Conferências / Mesa redonda
06/04/2026
14:30 > 17:00 Palácio da Cultura
Papel estratégico da economia criativa
Papel estratégico da economia criativa
Raphael Callou: Papel estratégico da economia criativa para o desenvolvimento sustentável e cooperação regional
07/04/2026
10:30 > 12:00 Palácio da Cultura
Mobilidade artistica
Mobilidade artistica
Monica Cosas : Mobilidade artistica entre Cabo Verde, Brasil e Portugal
08/04/2026
10:00 > 12:00 Palácio da Cultura
Workshop Youtube
Workshop Youtube
Com: Mavin Resende, Tuma Baza
09/04/2026
10:00 > 12:00 Palácio da Cultura
Preservação da musica em tempos da IA
Preservação da musica em tempos da IA
Com: Paulo Lobo
Workshops
07/04/2026
15:00 > 17:00 Palácio da Cultura
Dentu Beats
Dentu Beats
Workshop: Nova produçao digital "Dentu beats", com Gol Beats, Lil Mario, Khaly Angel. Moderador: Djam Negin
08/04/2026
15:00 > 17:00 Palácio da Cultura
Como apresentar o seu projeto musical
Como apresentar o seu projeto musical
Com: Patrick de Groote & Alexandra Archetti-Stolen / Moderador: José da Silva
Eventos
06/04/2026
19:00 > 19:20 Auditório Nacional
Discursos de abertura
Discursos de abertura
19:30 > 20:30 Auditório Nacional
Concertos de música caboverdiana
Concertos de música caboverdiana
20:30 > 21:30 Auditório Nacional
Cocktail
Cocktail
09/04/2026
15:00 > 17:00 Praça Luis Camões - Palco Alou
Exibição do filme: Orlando Pantera
Exibição do filme: Orlando PanteraDocumentário sobre o artista cabo-verdiano Orlando Pantera, realizado por Catarina Alves Costa, com a presença da sua filha Darlene Barreto.
Trailer
21:40 Praça Luis Camões - Palco Alou
Encerramento AME 2025
Encerramento AME 2025
Rede / Encontros
07/04/2026
10:00 > 16:00 Praça Albuquerque
Trade Fair / Mercado
Trade Fair / Mercado
15:00 > 17:00 Palácio da Cultura
One to One Inscrições
One to One Inscrições
08/04/2026
10:00 > 16:00 Praça Albuquerque
Trade Fair / Mercado
Trade Fair / Mercado
12:00 > 13:00 Palácio da Cultura
One to One Inscrições
One to One Inscrições
15:30 > 17:30 Palácio da Cultura
Encontros One to One
Encontros One to One
09/04/2026
10:00 > 16:00 Praça Albuquerque
Trade Fair / Mercado
Trade Fair / Mercado
12:00 > 13:00 Palácio da Cultura
One to One Inscrições
One to One Inscrições
15:30 > 17:30 Palácio da Cultura
Encontros One to One
Encontros One to One
10/04/2026
10:00 > 16:00 Praça Albuquerque
Trade Fair / Mercado
Trade Fair / Mercado
11/04/2026
10:00 > 16:00 Praça Albuquerque
Trade Fair / Mercado
Trade Fair / Mercado
Showcases
07/04/2026
12:10 > 12:50 Palácio da Cultura
Matos Trio
» Facebook
Matos Trio Cabo Verde
+-Se alguns encontros nascem do acaso, o Matos Trio parece ter sido desenhado pelo próprio tempo, resultado da uma síntese perfeita: a tradição herdada no sangue aliada a uma formação que expande horizontes.
Criado em 2024, o projeto nasce da visão do pianista e compositor Carlos Matos. Ele conduz o piano como quem traça mapas invisíveis: percursos delicados, às vezes inesperados, onde as raízes profundas da música cabo-verdiana encontram a liberdade harmónica do jazz.
Nesta viagem, o mestre não caminha sozinho. Ao seu lado estão duas gerações que dão corpo e respiração a uma sonoridade cheia de nuances.
N’Du Carlos, baterista e percussionista incontornável do panorama musical nacional. Figura central na formação de novos talentos e mentor da alma africana em palco, N'Du traz a força pulsante e a percussividade marcante que ancoram o trio na tradição.
Se alguns encontros nascem do acaso, o Matos Trio parece ter sido desenhado pelo próprio tempo, resultado de uma síntese perfeita: a tradição herdada no sangue aliada a uma formação que expande horizontes.
Do batuko ao funaná, da morna à coladeira, os ritmos que forjaram Cabo Verde encontram aqui uma improvisação sem fronteiras. Inspirado tanto nos grandes compositores das ilhas como em criações próprias, o Matos Trio honra a raiz sem se prender a ela. É música feita com graça, humildade e o orgulho de quem transporta a identidade de um povo para os palcos globais.
Criado em 2024, o projeto nasce da visão do pianista e compositor Carlos Matos. Ele conduz o piano como quem traça mapas invisíveis: percursos delicados, às vezes inesperados, onde as raízes profundas da música cabo-verdiana encontram a liberdade harmónica do jazz.
Nesta viagem, o mestre não caminha sozinho. Ao seu lado estão duas gerações que dão corpo e respiração a uma sonoridade cheia de nuances.
N’Du Carlos, baterista e percussionista incontornável do panorama musical nacional. Figura central na formação de novos talentos e mentor da alma africana em palco, N'Du traz a força pulsante e a percussividade marcante que ancoram o trio na tradição.
Se alguns encontros nascem do acaso, o Matos Trio parece ter sido desenhado pelo próprio tempo, resultado de uma síntese perfeita: a tradição herdada no sangue aliada a uma formação que expande horizontes.
Do batuko ao funaná, da morna à coladeira, os ritmos que forjaram Cabo Verde encontram aqui uma improvisação sem fronteiras. Inspirado tanto nos grandes compositores das ilhas como em criações próprias, o Matos Trio honra a raiz sem se prender a ela. É música feita com graça, humildade e o orgulho de quem transporta a identidade de um povo para os palcos globais.
14:10 > 14:50 Palácio da Cultura
Aiza
Aiza Canada
+-A voz que não pede licença, ela ocupa!
Do frio de Toronto nasce um fogo doce. Aiza Ntibarikure, que se autodefine como a “Afrobop Queen”, não carrega este título por acaso. A sua música dança entre o Afropop e o R&B de forma bilingue, apresentando-se como uma força simultaneamente leve e poderosa.
Nascida em Montreal, filha de imigrantes do Burundi e atualmente radicada em Toronto, Aiza transforma a sua herança num mosaico de precisão absoluta. Artista, compositora, produtora e membro votante dos Grammys, é também atriz e criadora da premiada série da CBC Gem, Real Blackity.
Em palco, ela brinca, mas não brinca com a mensagem: a sua presença é um ato de afirmação e empoderamento, marcado por uma energia explosiva e positiva que cativa o público instantaneamente.
A sua arte é uma construção técnica e emocional rigorosa. Enquanto a sua voz em inglês transmite impacto e uma urgência rítmica, em francês ela transfigura-se numa sonoridade atmosférica e metafórica.
Este equilíbrio levou ao sucesso estrondoso do álbum Sovereignty (2023), que soma mais de 2 milhões de streams e permaneceu 28 semanas nas tabelas canadianas. O disco apresenta uma mistura de Afropop e R&B, incluindo o tema “Majimbo”.
O reconhecimento global consolidou-se em 2025, quando a Recording Academy a integrou na prestigiada “NEXT CLASS”, reconhecendo-a como uma das líderes que estão a desenhar o futuro da música global.
Do frio de Toronto nasce um fogo doce. Aiza Ntibarikure, que se autodefine como a “Afrobop Queen”, não carrega este título por acaso. A sua música dança entre o Afropop e o R&B de forma bilingue, apresentando-se como uma força simultaneamente leve e poderosa.
Nascida em Montreal, filha de imigrantes do Burundi e atualmente radicada em Toronto, Aiza transforma a sua herança num mosaico de precisão absoluta. Artista, compositora, produtora e membro votante dos Grammys, é também atriz e criadora da premiada série da CBC Gem, Real Blackity.
Em palco, ela brinca, mas não brinca com a mensagem: a sua presença é um ato de afirmação e empoderamento, marcado por uma energia explosiva e positiva que cativa o público instantaneamente.
A sua arte é uma construção técnica e emocional rigorosa. Enquanto a sua voz em inglês transmite impacto e uma urgência rítmica, em francês ela transfigura-se numa sonoridade atmosférica e metafórica.
Este equilíbrio levou ao sucesso estrondoso do álbum Sovereignty (2023), que soma mais de 2 milhões de streams e permaneceu 28 semanas nas tabelas canadianas. O disco apresenta uma mistura de Afropop e R&B, incluindo o tema “Majimbo”.
O reconhecimento global consolidou-se em 2025, quando a Recording Academy a integrou na prestigiada “NEXT CLASS”, reconhecendo-a como uma das líderes que estão a desenhar o futuro da música global.
18:40 > 19:20 Rua Pedonal
Ineida Moniz
» Facebook
Ineida Moniz Cabo Verde
+-A Voz que Abraça o Mundo
Filha desta terra de vento e mar, Ineida Moniz cruza os ritmos tradicionais do arquipélago com influências contemporâneas, numa fusão que soa familiar e, ao mesmo tempo, nova. Morna que respira diferente, coladeira que ganha outra textura, batidas que atravessam o Atlântico sem perder o sotaque crioulo.
No projeto Atlântico Sonoro, aproximou musicalmente Cabo Verde e Brasil, firmando ainda mais a sua identidade artística. Na sua voz, contam-se histórias, com raiz funda e olhar no horizonte.
No seu repertório, ecoam nomes grandes da nossa música, como Orlando Pantera, Tcheka e Dany Carvalho, além de interpretações marcantes, como "Kuka", de Princezito.
No palco, Ineida é contraste e equilíbrio: possui o fôlego que sustenta o silêncio e a força que domina a tempestade na mesma nota. A sonoridade de Ineida é um mapa afetivo. Autora e compositora, tece melodias que bebem da fonte da morna e da coladeira, mas que se permitem flutuar por texturas globais. Mas seu canto vai além da música. Ativista da alma, ela é uma voz firme na defesa da equidade e valorização feminina, entendendo que o florescimento das mulheres nas artes é o oxigênio que revigora toda a cultura da nação.
Quatro anos após uma estreia marcante, a artista regressa ao epicentro da indústria musical.
Filha desta terra de vento e mar, Ineida Moniz cruza os ritmos tradicionais do arquipélago com influências contemporâneas, numa fusão que soa familiar e, ao mesmo tempo, nova. Morna que respira diferente, coladeira que ganha outra textura, batidas que atravessam o Atlântico sem perder o sotaque crioulo.
No projeto Atlântico Sonoro, aproximou musicalmente Cabo Verde e Brasil, firmando ainda mais a sua identidade artística. Na sua voz, contam-se histórias, com raiz funda e olhar no horizonte.
No seu repertório, ecoam nomes grandes da nossa música, como Orlando Pantera, Tcheka e Dany Carvalho, além de interpretações marcantes, como "Kuka", de Princezito.
No palco, Ineida é contraste e equilíbrio: possui o fôlego que sustenta o silêncio e a força que domina a tempestade na mesma nota. A sonoridade de Ineida é um mapa afetivo. Autora e compositora, tece melodias que bebem da fonte da morna e da coladeira, mas que se permitem flutuar por texturas globais. Mas seu canto vai além da música. Ativista da alma, ela é uma voz firme na defesa da equidade e valorização feminina, entendendo que o florescimento das mulheres nas artes é o oxigênio que revigora toda a cultura da nação.
Quatro anos após uma estreia marcante, a artista regressa ao epicentro da indústria musical.
19:25 > 20:05 Praça Luis Camões - Palco Alou
Derrick Salomão
» Facebook
Derrick Salomão Cabo Verde
+-Onde a Herança Ganha Voz
Nasceu em 2004, em São Vicente, ilha onde a morna aprende cedo a respirar.
Derrick Salomão carrega essa herança na voz: jovem no tempo, antigo na alma. O seu caminho começou a desenhar-se em 2018, no recolhimento de um coro de igreja, lugar onde a sua voz encontrou o primeiro abrigo e a música se fez escola. Ali, o dom aprendeu a disciplina e o silêncio aprendeu a cantar.
Dois anos mais tarde, o palco do Todo Mundo Canta funcionou como a montra de um destino: a vitória não foi apenas um troféu, mas o sopro que abriu portas para horizontes vastos.
Derrick não apenas interpreta; ele exala morna. É uma emoção crua, que flui sem amarras, como uma ponte viva entre o peso da tradição e a leveza da contemporaneidade. A sua música escorre livre, com a paciência dos rios, até encontrar o seu próprio leito no agora.
Hoje, Derrick Salomão é um dos rostos jovens da Morna, um guardião que segura a raiz com respeito enquanto deixa a semente fazer-se fruto. Em setembro de 2024, essa jornada cristalizou-se em "Sentimento Iludido", o seu primeiro single, disponível no YouTube.
A harmonia entre o sopro do hoje e o eco dos séculos. Da juventude com a memória. Da Morna que nasceu no quintal e aprendeu a viajar mundo fora.
Nasceu em 2004, em São Vicente, ilha onde a morna aprende cedo a respirar.
Derrick Salomão carrega essa herança na voz: jovem no tempo, antigo na alma. O seu caminho começou a desenhar-se em 2018, no recolhimento de um coro de igreja, lugar onde a sua voz encontrou o primeiro abrigo e a música se fez escola. Ali, o dom aprendeu a disciplina e o silêncio aprendeu a cantar.
Dois anos mais tarde, o palco do Todo Mundo Canta funcionou como a montra de um destino: a vitória não foi apenas um troféu, mas o sopro que abriu portas para horizontes vastos.
Derrick não apenas interpreta; ele exala morna. É uma emoção crua, que flui sem amarras, como uma ponte viva entre o peso da tradição e a leveza da contemporaneidade. A sua música escorre livre, com a paciência dos rios, até encontrar o seu próprio leito no agora.
Hoje, Derrick Salomão é um dos rostos jovens da Morna, um guardião que segura a raiz com respeito enquanto deixa a semente fazer-se fruto. Em setembro de 2024, essa jornada cristalizou-se em "Sentimento Iludido", o seu primeiro single, disponível no YouTube.
A harmonia entre o sopro do hoje e o eco dos séculos. Da juventude com a memória. Da Morna que nasceu no quintal e aprendeu a viajar mundo fora.
20:10 > 20:50 Rua Pedonal
Maia Barouh
Maia Barouh Japão
+-Um Universo em Sopro e Ressonância
Ainda adolescente, começou no underground de Tóquio, tocando saxofone nas ruas, acompanhando drag queens, dançarinos e artistas de margens criativas. Entre idas e vindas entre Paris e Tóquio, lançou projetos como Kusamakura e, mais recentemente, o álbum Aïda, um trabalho escrito, produzido e arranjado por ela, onde flauta e voz constroem um universo simultaneamente melancólico, irreverente e provocador. Ali, enfrenta temas como o racismo anti-asiático e o feminismo, sem perder o jogo, a estranheza boa, a liberdade.
Cantora e flautista de origem franco-japonesa, Maïa construiu uma expressão musical sem fronteiras. Formada em música clássica e jazz, encontrou na fusão o seu território livre: JAPANESE / FRENCH / FUSION / FOLK / PUNK tudo junto, tudo misturado, sem pedir licença.
A flauta é o seu primeiro amor. Mas não é só instrumento, é voz, é percussão, é respiração. Canta com uma técnica ancestral de uma pequena ilha do sul do Japão, mistura-a com sons elétricos e modernos e cria uma paisagem sonora que tanto pode ser transe como silêncio cru.
Ainda adolescente, começou no underground de Tóquio, tocando saxofone nas ruas, acompanhando drag queens, dançarinos e artistas de margens criativas. Entre idas e vindas entre Paris e Tóquio, lançou projetos como Kusamakura e, mais recentemente, o álbum Aïda, um trabalho escrito, produzido e arranjado por ela, onde flauta e voz constroem um universo simultaneamente melancólico, irreverente e provocador. Ali, enfrenta temas como o racismo anti-asiático e o feminismo, sem perder o jogo, a estranheza boa, a liberdade.
Entre o calor do fogo ancestral e a subtileza das tribos, Maïa habita o lugar onde o som se transmuta. É a tradição que dança com o eletrónico sob o efeito de um feitiço folk. Quando sobe ao palco, ela emana uma força que queima, unindo toda a sua herança num único pulsar
E ali, no meio da cidade, o mundo vai caber inteiro: Japão, França e Cabo Verde na mesma batida.
Ainda adolescente, começou no underground de Tóquio, tocando saxofone nas ruas, acompanhando drag queens, dançarinos e artistas de margens criativas. Entre idas e vindas entre Paris e Tóquio, lançou projetos como Kusamakura e, mais recentemente, o álbum Aïda, um trabalho escrito, produzido e arranjado por ela, onde flauta e voz constroem um universo simultaneamente melancólico, irreverente e provocador. Ali, enfrenta temas como o racismo anti-asiático e o feminismo, sem perder o jogo, a estranheza boa, a liberdade.
Cantora e flautista de origem franco-japonesa, Maïa construiu uma expressão musical sem fronteiras. Formada em música clássica e jazz, encontrou na fusão o seu território livre: JAPANESE / FRENCH / FUSION / FOLK / PUNK tudo junto, tudo misturado, sem pedir licença.
A flauta é o seu primeiro amor. Mas não é só instrumento, é voz, é percussão, é respiração. Canta com uma técnica ancestral de uma pequena ilha do sul do Japão, mistura-a com sons elétricos e modernos e cria uma paisagem sonora que tanto pode ser transe como silêncio cru.
Ainda adolescente, começou no underground de Tóquio, tocando saxofone nas ruas, acompanhando drag queens, dançarinos e artistas de margens criativas. Entre idas e vindas entre Paris e Tóquio, lançou projetos como Kusamakura e, mais recentemente, o álbum Aïda, um trabalho escrito, produzido e arranjado por ela, onde flauta e voz constroem um universo simultaneamente melancólico, irreverente e provocador. Ali, enfrenta temas como o racismo anti-asiático e o feminismo, sem perder o jogo, a estranheza boa, a liberdade.
Entre o calor do fogo ancestral e a subtileza das tribos, Maïa habita o lugar onde o som se transmuta. É a tradição que dança com o eletrónico sob o efeito de um feitiço folk. Quando sobe ao palco, ela emana uma força que queima, unindo toda a sua herança num único pulsar
E ali, no meio da cidade, o mundo vai caber inteiro: Japão, França e Cabo Verde na mesma batida.
20:55 > 21:35 Praça Luis Camões - Palco Alou
Guchi
Guchi Nigeria
+-Ugochi Lydia Onuoha, conhecida mundialmente como Guchi, é hoje uma das vozes mais magnéticas do Afropop nigeriano.
A sua história é um testemunho de resiliência e destino: de jovem corista aos 7 anos até aos palcos internacionais, o seu caminho foi traçado com audácia. Diretamente da efervescente cena de Lagos, ela é a prova de que a música não conhece fronteiras quando é feita com o coração.
Com uma sonoridade que navega com fluidez entre o Afropop, o R&B e o Soul, Guchi constrói um universo onde o ritmo convida à dança, mas a melodia acolhe a alma. Tornou-se um fenómeno global com o hit "Jennifer", seguido pelo sucesso estrondoso de "Benzema" (Top 3 do Billboard Top Triller Global Chart). Com mais de 400 milhões de streams e uma discografia que inclui o aclamado Purple Diary e o recente No Skips, Just Feelings (2025), Guchi revela uma identidade que não se limita a géneros.
O icónico cabelo roxo de Guchi é a sua coroa: para a artista, a cor simboliza a realeza e a confiança feminina. No palco, este visual ganha vida no que ela define como “Purple Pop”, um equilíbrio magnético entre a vibração da sua performance e a serenidade da sua voz, unindo a nobreza da cor à crueza da vida real.
Aclamada pela crítica por trazer “substância e melodia” aos Afrobeats, Guchi chega ao AME 2026 no seu momento mais brilhante.
Trazendo sucessos recentes como "Polo" e "Gimme The Money", Guchi prova que a batida da Nigéria também pode ser suave e profunda. No palco, ela domina o groove e a emoção, criando uma frequência única que faz o público sintonizar instantaneamente com a sua energia.
A sua história é um testemunho de resiliência e destino: de jovem corista aos 7 anos até aos palcos internacionais, o seu caminho foi traçado com audácia. Diretamente da efervescente cena de Lagos, ela é a prova de que a música não conhece fronteiras quando é feita com o coração.
Com uma sonoridade que navega com fluidez entre o Afropop, o R&B e o Soul, Guchi constrói um universo onde o ritmo convida à dança, mas a melodia acolhe a alma. Tornou-se um fenómeno global com o hit "Jennifer", seguido pelo sucesso estrondoso de "Benzema" (Top 3 do Billboard Top Triller Global Chart). Com mais de 400 milhões de streams e uma discografia que inclui o aclamado Purple Diary e o recente No Skips, Just Feelings (2025), Guchi revela uma identidade que não se limita a géneros.
O icónico cabelo roxo de Guchi é a sua coroa: para a artista, a cor simboliza a realeza e a confiança feminina. No palco, este visual ganha vida no que ela define como “Purple Pop”, um equilíbrio magnético entre a vibração da sua performance e a serenidade da sua voz, unindo a nobreza da cor à crueza da vida real.
Aclamada pela crítica por trazer “substância e melodia” aos Afrobeats, Guchi chega ao AME 2026 no seu momento mais brilhante.
Trazendo sucessos recentes como "Polo" e "Gimme The Money", Guchi prova que a batida da Nigéria também pode ser suave e profunda. No palco, ela domina o groove e a emoção, criando uma frequência única que faz o público sintonizar instantaneamente com a sua energia.
08/04/2026
20:55 > 21:35 Praça Luis Camões - Palco Alou
Dois, pois
Dois, pois
Portugal
09/04/2026
Party
07/04/2026
08/04/2026
09/04/2026
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